Você já pensou em receber a conta de luz no fim do mês e não ter de pagar nada pela energia usada durante o mês? Melhor: já imaginou ter crédito com as companhias de energia? Pois as medidas adotadas pela Aneel na resolução 482, publicada no ano passado, são um grande passo para que isso aconteça. De acordo com as novas regras, além da regulamentação da produção de energia solar no país, há agora o sistema de compensação de créditos a favor do consumidor, o que viabiliza economicamente os sistemas de energia solar.
Porque não há um padrão nacional para a tensão (ou voltagem)
que chega às tomadas das nossas casas. Quando o Brasil começou a montar
sua rede elétrica, no início do século 20, diferentes companhias se
estabeleceram em cada região do país. "A escolha do sistema
de 110 volts ou de 220 volts dependeu do país de origem das primeiras
empresas e de uma análise de custos: a quantidade de consumidores por
metro quadrado, o dinheiro para a instalação e para os materiais
necessários, como transformadores e cabos", afirma Ronaldo Roncolatto,
gerente de engenharia da empresa CPFL. Nesses primórdios da
eletrificação, as canadenses Rio de Janeiro Tramway, Light & Power e
São Paulo Light & Power instalaram redes de 110 volts para consumo
residencial nas duas principais cidades da Região Sudeste.










